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Comunicação e Marketing Inteligentes para Negócios na América Latina

As 32 marcas com maior engajamento nas redes sociais

Três pessoas analisam gráficos em monitores em um escritório moderno. A iluminação é azul e rosa. Ambiente de análise profissional.

Existe um tipo de “engajamento” que não aparece em planilha de vaidade: atenção real, sustentada, recorrente — aquela que vira conversa, preferência e, por fim, compra.


Foi essa lógica que guiou o levantamento divulgado pela Winnin e publicado pelo propmark sobre as 32 marcas com maior engajamento nas redes sociais em 2025, usando a métrica proprietária Share of Attention. A seleção cruza formatos (UGC, conteúdo da marca e influenciadores), analisa múltiplas plataformas (como YouTube, Instagram, Facebook e Twitch) e avalia não só volume, mas também qualidade de atenção (interações positivas e neutras), ajustando por variáveis como plataforma, contexto e categoria. (propmark)


Se você lidera marketing, isso importa por um motivo simples: engajamento virou proxy de relevância cultural. E relevância cultural hoje decide CPM, CTR, distribuição orgânica, eficiência de creator economy e até a velocidade com que uma marca “vira escolha padrão” na cabeça do consumidor.


A seguir, você vai encontrar:


  • O ranking completo (32 marcas) organizado por categoria

  • O que é o Share of Attention e por que essa métrica é mais útil do que “taxa de engajamento” isolada

  • Um playbook prático para sua marca capturar mais atenção (sem depender só de mídia paga)

  • Checklist para transformar benchmarking em plano de ação


O que a Winnin mede (em linguagem de negócio, não de plataforma)

O levantamento publicado pelo propmark descreve o Share of Attention como uma métrica que cruza visualizações, engajamento e volume de conteúdo para estimar o “espaço” que cada marca ocupa na atenção do público digital. (propmark)


Na prática, isso resolve três problemas comuns do benchmarking de redes sociais:


  1. Comparação justa entre categorias e formatosUma marca pode ter muitos posts e pouca atenção. Outra pode ter poucos conteúdos e dominar conversas por semanas. Se você olha só para “interações por post”, perde o contexto.

  2. Separação entre alcance e impactoVisualização não é atenção. Atenção envolve permanência, reação e repetição — e esse tipo de consumo aparece melhor quando você combina sinais (views + engajamento + volume) em vez de tratar tudo isolado.

  3. Leitura mais próxima de “relevância cultural”A metodologia citada pelo propmark considera sinais positivos e neutros, e inclui UGC e creators, não apenas posts do perfil oficial. (propmark)Ou seja: mede o que as pessoas realmente consomem e repercutem.


Se você quer aprofundar o conceito de engajamento (e evitar métricas que enganam), vale comparar com conteúdos de base sobre o que é engajamento no Instagram e como ele se traduz em resultado (há um bom ponto de partida no próprio blog da Amper em “Contas com engajamento no Instagram: o que significa e como gerar resultados”). (Amper)



Ranking: as 32 marcas com maior engajamento nas redes sociais em 2025 (por categoria)


A publicação do propmark apresenta 16 categorias, com 2 destaques por categoria:


  • Vencedora (maior engajamento/atenção na categoria)

  • Vencedora em Share of Attention (destaque específico no indicador) (propmark)


Infográfico colorido mostrando líderes de mercado em 16 categorias como Haircare, Chocolates e Carros, com vencedores e atenção de marcas.

Abaixo, organizei em um formato fácil de copiar para um slide, board ou doc de benchmarking.



1) Haircare

  • Vencedora: Salon Line

  • Vencedora em Share of Attention: Pantene (propmark)



2) Iogurtes e bebidas lácteas

  • Vencedora: YoPRO

  • Vencedora em Share of Attention: Vigor (propmark)



3) Chocolates

  • Vencedora: Nestlé

  • Vencedora em Share of Attention: Lindt (propmark)



4) Cervejas

  • Vencedora: Brahma

  • Vencedora em Share of Attention: Budweiser (propmark)



5) Vitaminas, minerais e suplementos

  • Vencedora: Centrum

  • Vencedora em Share of Attention: Centrum (propmark)



6) Carros

  • Vencedora: Fiat

  • Vencedora em Share of Attention: Chevrolet (propmark)



7) Serviços financeiros

  • Vencedora: Bradesco

  • Vencedora em Share of Attention: Nubank (propmark)



8) Marketplaces

  • Vencedora: Shoppe

  • Vencedora em Share of Attention: Mercado Livre (propmark)



9) Skincare

  • Vencedora: La Roche-Posay

  • Vencedora em Share of Attention: L’Oréal Paris (propmark)



10) Perfumes

  • Vencedora: O Boticário

  • Vencedora em Share of Attention: Wepink (propmark)



11) Maquiagem

  • Vencedora: O Boticário

  • Vencedora em Share of Attention: Avon (propmark)



12) Fraldas e cuidados para bebês

  • Vencedora: Pampers

  • Vencedora em Share of Attention: Bepantol Baby (propmark)



13) Food delivery

  • Vencedora: iFood

  • Vencedora em Share of Attention: 99Food (propmark)



14) Bebidas não alcoólicas

  • Vencedora: Coca-Cola

  • Vencedora em Share of Attention: Nescafé (propmark)



15) Limpeza doméstica

  • Vencedora: Cif

  • Vencedora em Share of Attention: Ypê (propmark)



16) Fabric care (cuidados com roupas)

  • Vencedora: Comfort

  • Vencedora em Share of Attention: Downy (propmark)



O que esse ranking sinaliza (tendências que valem mais do que “curtidas”)


Um ranking como esse não é só uma lista de vencedores. Ele é um raio-X de comportamento: o que a audiência está disposta a consumir, repetir, comentar e transformar em identidade.


Aqui vão 6 leituras estratégicas (que você pode usar em reunião com liderança):



1) A atenção é multicanal — e vídeo virou idioma padrão


O estudo considera consumo de vídeo em múltiplos canais, como YouTube e Twitch, além de redes sociais tradicionais. (propmark)Isso reforça o que muitas marcas já sentem na prática: o jogo não é “postar no Instagram”; é distribuir narrativas em ecossistemas diferentes — e adaptar o formato ao canal.



2) UGC não é “extra”; é infraestrutura de influência


Ao incluir conteúdos feitos por usuários (UGC) junto de conteúdo da marca e creators, o ranking mostra uma verdade difícil:o perfil oficial é só um dos palcos. (propmark)


Marcas que escalam atenção aprendem a operar em três camadas:


  • Owned (perfil da marca)

  • Paid creators (parcerias e campanhas com influenciadores)

  • Earned/UGC (usuários defendendo, remixando, reagindo, testando)


Se você quiser material de base para estruturar essa dinâmica, é útil revisar práticas de marketing em redes sociais com foco em crescimento consistente e não só em viralização (há um post da Amper sobre melhores práticas que pode ajudar a alinhar times). (Amper)



3) “Share of Attention” é a ponte entre cultura e performance


O propmark descreve que não há jurados: a seleção é feita por dados reais, e a Winnin ainda premia marcas que mais cresceram no Share of Attention, mesmo que não sejam “primeiro lugar” absoluto. (propmark)Isso é importante porque desloca o debate de “quem é mais famosa” para “quem está ganhando tração”.



4) O ranking mistura FMCG, beauty, finance e auto — e isso é um alerta


Quando beleza, alimentos e bancos aparecem lado a lado, não é “mistura de categorias”.É porque todas estão competindo pelo mesmo recurso escasso: tempo de tela.


Para C-levels, a implicação é direta: mídia social virou canal de construção de marca com efeito no funil inteiro, não apenas awareness. (Esse é um dos motivos pelos quais relatórios de tendências sociais seguem reforçando adaptação rápida e formatos nativos como vantagem competitiva.) (HubSpot)



5) Engajamento não é só “taxa”; é frequência de presença


Como o Share of Attention combina volume de conteúdo com views e engajamento, ele tende a premiar também a capacidade de sustentar presença — sem saturar. (propmark)Ou seja: não basta ter um hit. Você precisa de cadência + repertório.



6) O que parece “conteúdo” é, na verdade, estratégia de produto e comunidade


Marcas que dominam atenção geralmente têm uma (ou mais) dessas vantagens:


  • Produto com ritual (skincare, haircare, suplementos)

  • Produto com “momento social” (cerveja, delivery)

  • Produto com conversa recorrente (serviços financeiros, marketplaces)


Isso facilita narrativas seriadas, desafios, tutoriais, comparativos, reviews — e acelera UGC.



Como transformar esse ranking em plano de ação (playbook Amper de Share of Attention)


A maioria das marcas usa ranking assim para “se inspirar”. O problema é que inspiração não vira meta, nem vira execução.


Aqui vai um método simples, em 5 movimentos, para transformar benchmarking em crescimento.



Movimento 1 — Faça o diagnóstico certo (o que você mede muda o que você faz)

Antes de copiar formatos, faça estas 3 perguntas:


  • Onde sua marca está perdendo atenção: no gancho, no tempo de permanência, ou na conversão para interação?

  • Sua cadência é consistente o suficiente para criar memória?

  • O que hoje gera UGC: produto, preço, experiência, creator ou comunidade?


Dica prática: se o seu time ainda está preso à “taxa de engajamento” sem contexto, revise os fundamentos e padronize definição e cálculo (a Amper tem conteúdos sobre taxa e índice de engajamento no Instagram que ajudam a alinhar vocabulário interno). (Amper)



Movimento 2 — Modele o “mapa de atenção” do seu segmento


Use as 16 categorias do ranking como referência de desenho, mesmo que seu setor seja outro.


Monte um quadro com:

  • 3 formatos que mais geram retenção

  • 3 formatos que mais geram compartilhamento

  • 3 temas que mais geram comentário

  • 3 creators/tribos que mais geram confiança


Isso ajuda a separar: “conteúdo bonito” vs “conteúdo que movimenta”.


Movimento 3 — Construa uma máquina de conteúdo em 3 camadas (Owned + Creator + UGC)


Uma estrutura que costuma funcionar bem para marcas que querem crescer atenção:


Camada A: Conteúdo de marca (Owned)


Objetivo: estabelecer narrativa, identidade visual/sonora, pilares editoriais e prova.

  • Séries (não posts isolados)

  • Pautas recorrentes

  • Provas rápidas (antes/depois, comparativos, bastidores, “como é feito”)


Camada B: Conteúdo com creators (Paid/Partner)


Objetivo: emprestar contexto cultural e acelerar distribuição.

  • Briefings com liberdade criativa (sem engessar)

  • Conteúdo nativo por plataforma

  • Parcerias longas (sazonais e seriadas) > ações pontuais


Camada C: UGC (Earned)


Objetivo: virar “marca que o público usa para se expressar”.

  • Programas de incentivo (sem forçar)

  • Repost inteligente (curadoria)

  • Desafios e formatos replicáveis


Esse modelo conversa diretamente com a metodologia descrita pelo propmark, que cruza UGC, conteúdo da marca e influenciadores. (propmark)


Movimento 4 — Otimize para “atenção de qualidade”, não só para alcance


Alcance compra. Atenção se conquista.

Três ajustes simples que costumam aumentar qualidade:


  • Trocar “headline bonita” por gancho específico (dor, desejo ou curiosidade)

  • Estruturar vídeos com pontos de virada (mudanças a cada 2–4 segundos nos primeiros 10–15s)

  • Pedir interação do jeito certo: não “comente aqui”, mas comente com um critério (“qual desses 3 você faria?”, “qual etapa você pula?”, “qual mito você já acreditou?”)


Se quiser aprofundar: práticas de escaneabilidade e estrutura de conteúdo (mesmo para blog) também ajudam a pensar conteúdo social mais claro e estruturado — o princípio é o mesmo (clareza e hierarquia). (Amper)


Movimento 5 — Crie um KPI que a liderança respeite (e que não mate a criatividade)


Uma sugestão para C-levels:


  • KPI 1 (Atenção): tempo de permanência / retenção por formato

  • KPI 2 (Reação): comentários e compartilhamentos por 1.000 views

  • KPI 3 (Efeito marca): buscas pela marca + menções (por campanha/série)

  • KPI 4 (Efeito negócio): tráfego qualificado / conversões assistidas


O ponto é: atenção vira ativo quando você consegue conectar a dinâmica social com um efeito de marca e uma métrica de negócio.



Checklist: como usar o ranking das 32 marcas para melhorar seu engajamento em 30 dias


Semana 1 — Benchmarking inteligente

  • Mapear 10 conteúdos “top” de 3 marcas da sua categoria + 3 marcas fora da sua categoria

  • Identificar ganchos recorrentes (dor/desejo/curiosidade)

  • Identificar formatos replicáveis (série, quadro, desafio)


Semana 2 — Protótipos rápidos

  • Criar 6 variações de formato (2 por objetivo: retenção, compartilhamento, comentário)

  • Testar em 2 canais principais (onde sua audiência já responde melhor)

  • Coletar sinais: retenção, salvamentos, comentários, DMs


Semana 3 — Creator + comunidade

  • Selecionar 5 creators com fit cultural (não só alcance)

  • Rodar 1 piloto de série (3 episódios) com creator

  • Abrir pauta para UGC: “remix”, “dueto”, “resposta”, “teste”


Semana 4 — Escala com governança

  • Transformar os 2 melhores protótipos em “quadros fixos”

  • Criar banco de criativos (20 ganchos + 10 roteiros)

  • Definir rituais: review semanal e retro mensal (o que parar, manter, dobrar)


Se você quiser operacionalizar isso com mais consistência, uma boa prática é ter um outline/estrutura antes de produzir (mesmo para social). A ideia de “esqueleto” reduz retrabalho e aumenta consistência criativa. (Amper)



Como a Amper usaria esse ranking em um projeto real (exemplo prático)


Na prática, a Amper trataria esse ranking como:


  1. Biblioteca de padrões (não de posts)Quais padrões de narrativa e formato estão vencendo por categoria?

  2. Mapa de disputa por atençãoQuem compete com você por atenção, mesmo fora do seu segmento?

  3. Plano de conteúdo seriado + creatorsEm vez de “campanhas”, desenharíamos séries com início, meio e continuidade — e integraríamos creators ao longo da narrativa, não apenas como mídia.

  4. Medição por qualidade de atençãoCom foco em retenção, compartilhamento e conversão assistida, para conectar social a negócio.



FAQ — dúvidas comuns sobre marcas com maior engajamento nas redes sociais em 2025


1) O que significa “Share of Attention” na prática?É uma forma de estimar quanto “espaço mental” a marca ocupa no consumo digital, combinando visualizações, engajamento e volume de conteúdo, e considerando diferentes plataformas e contextos. (propmark)


2) Dá para usar esse ranking como benchmarking, mesmo se minha empresa for B2B?Sim. B2B também compete por atenção (de decisores e influenciadores internos). O que muda é o formato e a régua de valor, mas a lógica de séries, clareza e prova continua.


3) Por que o ranking considera UGC e creators?Porque hoje grande parte da influência e da distribuição acontece fora do perfil oficial. O estudo cruza UGC, conteúdo da marca e campanhas com influenciadores para capturar melhor o comportamento real. (propmark)


4) O que fazer se eu tenho alcance, mas pouco engajamento?Normalmente é um problema de gancho, de clareza do conteúdo ou de proposta de interação. Comece medindo retenção e compartilhamento por 1.000 views e ajuste o formato antes de aumentar investimento.


5) Qual é o erro mais comum ao tentar “copiar” marcas do ranking?Copiar estética e esquecer o motor: cadência, narrativa seriada, comunidade e distribuição via creators/UGC.


3 comentários


Hany Macron
Hany Macron
03 de jun.

Real growth comes from diagnosing where attention is being lost, Melon playground evaluating whether content consistency is strong enough to build brand recognition, and identifying the true drivers of user-generated content. By focusing on meaningful metrics rather than isolated engagement rates, brands can create clearer goals, improve execution, and make data-driven decisions.

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nolafo.wle156+abc123
01 de jun.

hitclub dạo này thấy nhiều người nhắc nên mình cũng ghé thử cho biết, chủ yếu xem trang họ trình bày ra sao thôi chứ không đào sâu. Vừa vào là thấy giao diện khá dễ chịu, kiểu chia từng khối nội dung rõ ràng nên lướt xuống không bị rối mắt. Mình có đọc lướt đoạn giới thiệu thấy họ nói nền tảng ra mắt từ 2015, nghe cũng yên tâm hơn vì ít nhất không phải kiểu mới dựng vội. Mấy mục trên menu đặt khá ngay ngắn, bấm qua lại không bị loạn, chữ nghĩa cũng dễ đọc. Nói chung cảm giác là họ chăm chút phần bố cục, nhìn phát biết đang ở mục nào nhờ…

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savannapatt.er.s.on.7.0.4
23 de mai.

keo nha cai hôm trước mình thấy mọi người nhắc hoài nên tiện tay vào thử cho biết. Mình không đọc kỹ từng bài hay gì đâu, chủ yếu xem giao diện có dễ nhìn không. Vừa mở ra là thấy họ chia nội dung thành từng khối rõ ràng nên lướt nhanh khá nhẹ đầu, không bị cảm giác chữ dồn dập. Có mấy chỗ trình bày dạng bảng theo cột nhìn gọn, kiểu muốn liếc số liệu hay dòng nào đó là thấy ngay, ít phải kéo qua kéo lại. Thanh menu cũng đặt chỗ dễ thấy nên bấm qua lại vài mục không bị lạc, dùng giống mấy trang mình hay xem. Nói chung vào xem chơi…

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