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Horários ideais para postar nas redes sociais por nicho: como ler a tabela e transformar benchmark em resultado

Você já viveu essa cena: alguém do time pergunta “qual é o melhor horário pra postar?”, outra pessoa responde “depende”, e a conversa termina com um calendário cheio de palpites.


A Tabela de horários ideais por nicho × rede social (benchmark) existe para resolver exatamente isso: ela cria um ponto de partida prático, baseado em padrões de comportamento e dados agregados, para você parar de operar no escuro.


Mas aqui vai a parte que separa marcas que crescem de marcas que só “postam”: benchmark não é receita. Benchmark é hipótese.


O valor real da tabela não está em “copiar horários”, e sim em usar esses horários como um mapa inicial, acelerar aprendizado e chegar mais rápido no que funciona para o seu público, o seu conteúdo e a sua oferta.


A seguir, vamos dissecar o conteúdo dessa tabela de forma estratégica: por plataforma, por setor, pelo “porquê” por trás de cada janela de horário — e, principalmente, como transformar isso em rotina de teste e otimização (sem virar refém de planilhas infinitas).


O que é “horário ideal” (de verdade)


Antes de falar de Instagram, LinkedIn ou TikTok, vale alinhar o conceito.

Um “horário ideal” não é um momento mágico que garante performance. Ele é a maior probabilidade estatística de o seu conteúdo encontrar:


  • mais pessoas online (disponibilidade),

  • mais predisposição para consumir (contexto),

  • mais chance de interação rápida (gatilho para o algoritmo).


Estudos e relatórios de social analytics costumam apontar janelas consistentes por rede (ex.: meio do dia no Instagram, manhã no LinkedIn), justamente porque o comportamento humano tem rotinas previsíveis. Exemplos clássicos:


  • Instagram tende a concentrar picos de engajamento no meio da semana e ao longo do horário comercial em muitos recortes globais. (Sprout Social)

  • LinkedIn costuma performar melhor em horários de “início de expediente” e “almoço”, quando profissionais checam o feed com intenção mais utilitária. (Sprout Social)

  • TikTok frequentemente apresenta picos de consumo em faixas mais amplas, incluindo finais de tarde e noite em alguns relatórios, refletindo o uso como entretenimento. (Sprout Social)


Só que “mais gente online” não significa “mais resultado”.

Se o seu objetivo é clique, talvez o melhor horário não seja o mesmo de comentário. Se você está em B2B enterprise, talvez a sua audiência reaja melhor a um post às 8h do que às 18h. Se sua marca é varejo, a janela pós-almoço pode ser melhor para desejo — e a janela noturna melhor para conversão impulsionada por oferta.


Então, guarde essa frase:


Horário ideal é o melhor horário para o seu objetivo, com o seu formato, para a sua audiência — repetidamente.


A tabela te dá o “primeiro chute bom”. O resto é método.


tabela melhores horários para postar nas redes sociais


Como ler a tabela benchmark sem cair em armadilhas


A tabela cruza duas dimensões:


  1. Setor (nicho): B2B/SaaS, varejo, educação, saúde, alimentação, turismo/hotelaria, ONGs.

  2. Rede social: Instagram, LinkedIn, Facebook, TikTok, X (Twitter).


Ela aponta horários típicos de melhor resposta por nicho e plataforma, como:

  • B2B: Instagram Ter–Qui 11h–18h; LinkedIn Ter–Qui 8h–14h; etc.

  • Educação: Instagram com janelas mais longas, incluindo fim de tarde/noite.

  • Turismo: Instagram com destaque para domingo em alguns recortes.

  • Varejo: Instagram com faixas de almoço/tarde, e TikTok com testes noturnos.


Esses padrões existem por três motivos principais:



1) Contexto do usuário (trabalho vs lazer)


  • LinkedIn: contexto de trabalho → manhã e almoço tendem a capturar atenção profissional. (Sprout Social)

  • Instagram/TikTok: contexto híbrido → consumo pode acontecer em pausas (meio do dia) e em horários de descompressão (fim de tarde/noite). (Sprout Social)



2) Intenção (descoberta vs validação)


  • Instagram e TikTok são fortes para descoberta (atenção e interesse).

  • LinkedIn e X podem ser fortes para validação (prova, autoridade, debate).

  • Facebook muitas vezes atua como comunidade + remarketing (dependendo do público e da mídia).



3) Mecânica do algoritmo (primeira hora importa)


A maioria das redes avalia a resposta inicial do público (ou do segmento que o algoritmo escolhe) para definir distribuição. Por isso, publicar quando seu público tem mais chance de responder rápido melhora a “largada” do post.



Instagram: por que a tabela concentra janelas no meio do dia e no meio da semana


Na tabela, o Instagram aparece com força em:


  • Terça a quinta, com janelas como 11h–18h em visão geral (especialmente útil como benchmark inicial). (Sprout Social)

  • Setores específicos (educação, alimentação, varejo) com variações e picos em almoço/tarde, e eventualmente fim de tarde/noite.


O “porquê” é simples: o Instagram vive de micro-momentos. A pessoa abre o app quando:


  • está no intervalo do trabalho,

  • almoçando,

  • esperando algo,

  • no fim do expediente,

  • relaxando.


E aí entra o ponto estratégico: qual conteúdo você coloca em cada micro-momento?



B2B no Instagram (Ter–Qui, 11h–18h)


Parece contraintuitivo pensar em B2B no Instagram, mas funciona muito bem quando o conteúdo é desenhado para:


  • bastidores e cultura (employer brand),

  • posicionamento (opinião + consistência),

  • micro-aprendizados (carrosséis e Reels curtos).


O horário de 11h–18h é uma janela larga que pega almoço + tarde, momentos em que profissionais conseguem consumir algo rápido. Como benchmark, faz sentido. (Sprout Social)


O ajuste fino aqui costuma ser:


  • 11h–13h para alcance/consumo rápido,

  • 17h–19h para conversas mais humanas (se o seu público sai do modo “correria”).


Varejo/E-commerce no Instagram


A tabela sugere blocos como:


  • almoço e início de tarde em dias úteis,

  • picos pontuais (ex.: quinta à tarde).


Isso conversa diretamente com o comportamento de compra por impulso e inspiração: você quer aparecer quando o público está com a cabeça em “pausa”, não em “tarefa”. E, para varejo, vale um adendo prático:


Horário bom para engajamento nem sempre é o melhor para venda. O melhor para venda, muitas vezes, é quando você consegue combinar:


  • audiência online,

  • urgência (oferta),

  • conveniência (link, checkout simples),

  • prova social (comentários, UGC).



Educação no Instagram


A educação aparece com uma janela bem ampla e até com menção a 19h em alguns recortes da tabela.


Isso costuma acontecer porque o público de educação mistura:


  • alunos (uso mais forte à noite),

  • pais (almoço/tarde),

  • profissionais (pausas do trabalho).


Resultado: você tem “sub-públicos” com rotinas diferentes. O benchmark maior indica isso: há mais dispersão, então o melhor caminho é segmentar formatos por horário (ex.: Reels para noite; carrossel para meio do dia; Stories para manhã/rotina).



Saúde no Instagram


Saúde tende a performar bem em horários em que o usuário está aberto a “cuidado” (rotinas, dicas, prevenção), e não só entretenimento.

Aqui, a qualidade do conteúdo pesa muito: clareza, responsabilidade, linguagem humana e constância. O benchmark te ajuda a escolher a janela; o conteúdo é o que sustenta.



Turismo no Instagram (destaque domingo)


Turismo tem um comportamento interessante: o “sonho” e a “pesquisa de lazer” crescem no fim de semana. Em vários benchmarks, turismo/hospitalidade aparece com bons momentos no domingo em particular (quando as pessoas planejam ou “escapam mentalmente”). (Sprout Social)


Se você trabalha turismo, use isso como estratégia editorial:


  • domingo: inspiração (destinos, experiências),

  • meio de semana: prova e planejamento (roteiros, dicas práticas, preços, facilidades).



LinkedIn: por que o jogo é manhã + almoço, e por que setor muda muito (Amper)


Na tabela, LinkedIn aparece com um padrão claro:


  • Ter–Qui como dias fortes,

  • 8h–14h como janela principal,

  • com picos comuns em 8h e 12h (começo do dia e almoço). (Sprout Social)


Essa consistência tem uma explicação: o LinkedIn compete com trabalho. Então ele vence quando vira parte do trabalho (informação útil, repertório, decisão, carreira).


Agora, o mais importante: LinkedIn é altamente sensível ao setor e ao formato.



B2B/SaaS no LinkedIn


Para B2B, esse é o habitat natural. O benchmark (manhã/almoço, meio da semana) funciona porque:


  • decisores checam o feed para “entender o mercado”,

  • gestores usam o feed como radar de tendências,

  • pessoas interagem em blocos curtos (antes de reuniões, no almoço).


O melhor uso do benchmark no B2B não é “postar mais”, e sim “postar com intenção”:


  • 8h: visão/estratégia (texto + opinião)

  • 12h: conteúdo de valor rápido (insight, dado, mini-case)

  • 14h: convite para material rico/evento (se sua audiência ainda está ativa)



Educação no LinkedIn


Educação tem um componente institucional forte (parcerias, reputação, pesquisa), mas também tem aquisição (captação).


O LinkedIn pode ser excelente para:


  • reputação,

  • parcerias e convênios,

  • atração de professores e talentos,

  • cursos de pós, MBAs, educação executiva.


Relatórios por indústria costumam detalhar horários específicos para educação (muitas vezes concentrando picos em meio de semana, fim da manhã e início da tarde). (Sprout Social)



Saúde no LinkedIn


Saúde no LinkedIn é muito orientado a:


  • reputação,

  • autoridade,

  • inovação (healthtech),

  • jornadas de cuidado e impacto.


O horário “funciona”, mas o que mais muda o jogo é a forma: conteúdo de saúde que performa no LinkedIn normalmente é menos “dica” e mais:


  • visão de sistema (acesso, eficiência),

  • humanização com contexto,

  • dados (sem sensacionalismo),

  • bastidores de inovação/gestão.



Facebook: por que a tabela tende a ser mais “conservadora” (dias úteis, manhã)


A tabela coloca Facebook com algo como:


  • Seg–Sex, 9h–10h como janela consistente.

Isso aparece em vários compilados e guias de melhores horários e reflete uma realidade: para muitas marcas, Facebook hoje é mais forte em:

  • comunidade (grupos),

  • mídia paga e remarketing,

  • públicos mais maduros em alguns segmentos,

  • consumo “de rotina” (check-in rápido do feed). (HubSpot Blog)


O benchmark da manhã faz sentido para conteúdos que:


  • informam,

  • atualizam,

  • geram conversa comunitária,

  • convidam para ação simples (comentar, salvar, compartilhar).


Se a sua estratégia no Facebook é majoritariamente paga, o horário orgânico ainda importa, mas de um jeito diferente:


  • você usa o orgânico para aquecer criativo (testar ângulos),

  • identificar mensagens que geram reação,

  • e depois amplificar com mídia.



TikTok: por que “testar noite” aparece tanto — e por que isso mudou em alguns relatórios


Na tabela, TikTok aparece com janelas como:


  • Ter/Qui, 10h–18h (benchmark geral usado por muitos compilados),

  • e a recomendação de testar noite em nichos como varejo e alimentação.


O TikTok tem um comportamento mais elástico porque a intenção é, em grande parte, entretenimento e descoberta. Compilados de horários frequentemente sugerem janelas diurnas (principalmente em dias úteis), mas relatórios mais recentes também apontam picos fortes em fim de tarde/noite em alguns recortes. (HubSpot Blog)


O que isso significa na prática?


  • Se você postar às 11h e às 20h e ambos funcionarem, não é contradição: são dois momentos de consumo diferentes.

  • O TikTok pode “ressuscitar” conteúdo horas depois, dependendo de como a entrega evolui.

  • A distribuição não depende só do horário; depende de retenção, replays, compartilhamentos e sinais de interesse.



Varejo no TikTok


Varejo se beneficia muito do horário noturno por um motivo simples:à noite, o usuário está mais propenso a “mergulhar” em conteúdo, ver reviews, comparar, entrar em rabbit holes de produto.

Estratégia típica:


  • dia: vídeos curtos e leves (descoberta)

  • noite: demonstração, antes/depois, review, prova social (consideração)



Alimentação no TikTok


Comida é entretenimento puro. À noite, o TikTok vira “TV”. Isso abre espaço para:


  • receitas,

  • bastidores,

  • tendências,

  • conteúdo sensorial (ASMR, cortes rápidos, close).



B2B no TikTok (sim, existe)


B2B no TikTok funciona para:


  • recrutamento,

  • bastidores,

  • educação leve,

  • “desmistificação” de temas chatos.


O horário aqui é menos importante do que o formato: se você acerta um gancho forte, o algoritmo faz o resto. Mas o benchmark ainda ajuda a não publicar em horários mortos.



X (Twitter): por que “pausas do dia” são a lógica dominante


Na tabela, X aparece com janelas como:


  • dias úteis 9h–11h e ~15h,

  • e alguns recortes destacando 11h em segundas e sextas, etc.


Isso aparece em vários estudos compilados: X funciona bem em momentos de pausa, quando o usuário quer atualização rápida, opinião, notícia, debate. (HubSpot Blog)


Para setores como:


  • B2B,

  • tecnologia,

  • educação (debate),

  • ONGs (advocacy),o X pode ser ótimo para:

  • distribuir ideias em tempo real,

  • comentar tendências,

  • construir autoridade por consistência.


Mas aqui, mais do que “horário”, o que manda é:


  • cadência (mais posts curtos),

  • timing com acontecimentos (eventos, notícias),

  • capacidade de gerar conversa.




Como “setor” muda o relógio: leitura estratégica por nicho



1) B2B / SaaS / Serviços


Padrão do benchmark: meio de semana é rei; LinkedIn de manhã/almoço; Instagram em janela mais larga do dia; X em pausas; Facebook mais previsível. (Sprout Social)


Racional:


  • B2B vive de contexto de trabalho.

  • O público não quer “mais conteúdo”; quer clareza para decidir.


Como usar a tabela na prática:


  • LinkedIn (8h e 12h): opiniões estratégicas + mini-cases.

  • Instagram (11h–18h): carrosséis educativos e bastidores.

  • X (9h–11h / 15h): insights curtos, threads, comentários de mercado.


Dica Amper (aplicável em projetos): Quando a Amper desenha calendário B2B, a pergunta não é “quantos posts por semana?”, e sim: “Qual narrativa precisamos repetir por 90 dias para virar percepção?” Horário é distribuição; narrativa é construção.



2) Varejo / E-commerce


Padrão do benchmark: almoço e tarde no Instagram; TikTok com espaço forte para teste noturno; X com janelas pontuais; Facebook matinal e estável. (Sprout Social)


Racional:


  • O varejo compete com desejo, impulso e conveniência.

  • O “momento de scroll” precisa encontrar uma oferta fácil de entender.


Como usar a tabela na prática:


  • Instagram (11h–15h): inspiração + prova social.

  • TikTok (noite): demonstração + review + tendência.

  • Facebook (9h–10h): comunidade e remarketing (orgânico como apoio).


3) Educação


Padrão do benchmark: Instagram com janelas amplas (incluindo fim de tarde/noite), LinkedIn forte para reputação e educação executiva, horários em meio de semana. (Sprout Social)


Racional:


  • Educação fala com públicos diferentes (aluno, pai/mãe, profissional).

  • O conteúdo precisa ser pensado por “jornada”:

    • descoberta (interesse),

    • prova (qualidade),

    • conversão (matrícula).


Como usar a tabela na prática:


  • Instagram noite: vida real + rotina + depoimentos.

  • LinkedIn manhã: reputação + parcerias + autoridade.

  • TikTok tarde/noite: micro-aulas e dicas rápidas.



4) Saúde


Padrão do benchmark: Instagram com janelas específicas, LinkedIn em horário profissional, Facebook como apoio informativo, TikTok como educação leve. (Sprout Social)


Racional:


  • Saúde exige confiança. Confiança exige consistência e responsabilidade.


Como usar a tabela na prática:


  • Instagram: conteúdos de prevenção e rotina (sem prometer milagres).

  • LinkedIn: visão, gestão e inovação (para reputação e B2B health).

  • TikTok: mitos e verdades, hábitos, bastidores humanizados.



5) Alimentação


Padrão do benchmark: Instagram perto de almoço; TikTok com força em entretenimento (testar noite); LinkedIn secundário (institucional). (Sprout Social)

Racional:


  • Comida é gatilho imediato.

  • Horário e conteúdo precisam “dar fome” ou “dar vontade”.


Como usar a tabela na prática:


  • Instagram almoço: prato do dia + UGC.

  • TikTok noite: receitas, bastidores, tendência.



6) Turismo / Hotelaria

Padrão do benchmark: Instagram com relevância em domingo; TikTok com teste em 20h; LinkedIn para parcerias; Facebook para comunidade e ofertas. (Sprout Social)


Racional:


  • Turismo tem duas fases: sonho e planejamento.

  • Domingo é “sonho”; meio de semana é “logística”.


Como usar a tabela na prática:


  • Domingo no Instagram: inspiração e experiência.

  • Meio de semana: dicas práticas, roteiros, FAQ, condições.



7) ONGs / Projetos sociais


Padrão do benchmark: Instagram com janela de meio de semana; LinkedIn para impacto e captação; X para advocacy; Facebook para mobilização. (Sprout Social)


Racional:


  • A ação social precisa de narrativa e repetição.

  • O conteúdo performa quando conecta “causa” com “pessoa”.


Como usar a tabela na prática:


  • Instagram: histórias e impacto (humanização).

  • LinkedIn: resultados e transparência.

  • X: pauta, contexto e mobilização.



O método para transformar benchmark em agenda vencedora


Etapa 1: escolha um objetivo por rede (não um objetivo para tudo)


Exemplo realista:


  • Instagram: alcance + consideração

  • LinkedIn: autoridade + geração de demanda

  • TikTok: descoberta

  • Facebook: comunidade + remarketing

  • X: topo de funil + liderança de pensamento


Quando você define isso, você para de analisar “engajamento geral” e começa a analisar o que importa.



Etapa 2: use a tabela como hipótese e crie um teste de 4 semanas


Um modelo simples e poderoso:


  • Escolha 2 janelas da tabela (ex.: 12h e 18h no Instagram).

  • Crie 1 janela “desafiante” (fora do padrão, ex.: 20h).

  • Rode por 4 semanas com constância de formato.


Isso evita o erro mais comum: mudar tudo ao mesmo tempo.



Etapa 3: otimize com métricas certas por formato


Sugestões práticas:


  • Reels/TikTok: retenção, taxa de conclusão, compartilhamentos.

  • Carrossel: salvamentos, tempo de leitura (proxy), compartilhamentos.

  • LinkedIn texto: comentários qualificados, cliques, seguidores por post.

  • Stories: taxa de avanço, respostas, cliques em sticker.


E lembre: vários guias reforçam que “melhor horário” varia e precisa ser validado com dados do próprio perfil — benchmark é só ponto de partida. (HubSpot Blog)



Etapa 4: crie um “relógio editorial” (conteúdo certo no horário certo)


Um jeito maduro de usar a tabela é transformar horário em programação de intenção:


  • Manhã (7h–10h): contexto, bastidores, agenda do dia, autoridade.

  • Almoço (11h–14h): conteúdo snack (rápido), carrosséis, dicas práticas.

  • Tarde (14h–18h): prova social, cases, comparação, insights.

  • Noite (19h–22h): entretenimento, histórias, vídeos longos/imersivos.


Seu setor define qual faixa domina. Sua marca define o tom.



Onde as marcas erram ao usar “melhor horário”


1) Postar “no horário certo” com o conteúdo errado

Um post fraco no melhor horário é só um post fraco que mais gente viu.


2) Trocar estratégia por superstição

Horário é variável tática. Oferta, narrativa, criativo e consistência são variáveis estratégicas.


3) Ignorar fuso, região e rotina do público

Se você é Brasil e fala com EUA, “11h” não significa nada sem recorte.Sempre pense em “hora local do público”.


4) Não separar objetivo por rede

Você mata LinkedIn quando força trend de TikTok. E mata TikTok quando força aula de PowerPoint.



Como a Amper usa essa tabela em um projeto real


Na prática, a tabela vira um plano de ação em três camadas:


  1. Camada de benchmark: usar janelas iniciais por rede/setor (a tabela).

  2. Camada de posicionamento: definir 3–5 mensagens que a marca precisa “martelar” por 90 dias.

  3. Camada de otimização: testar janelas e formatos por 4 semanas, ajustar e padronizar.


O resultado disso é previsibilidade.


Não é sobre “viralizar”. É sobre construir um motor de conteúdo que melhora com o tempo.



Checklist rápido para implementar amanhã


  • Escolha 2 redes prioritárias.

  • Pegue 2 janelas da tabela por rede.

  • Defina 1 objetivo por rede.

  • Padronize 2 formatos por rede (ex.: carrossel + Reels).

  • Rode 4 semanas sem mudar tudo.

  • Otimize com métricas certas.



FAQ


1) Esses horários funcionam para qualquer perfil?

Não como regra. Eles são benchmarks baseados em padrões gerais de uso e estudos agregados. O correto é usar como ponto de partida e ajustar com seus dados. (HubSpot Blog)



2) Devo postar mais vezes nos horários “bons”?

Nem sempre. Primeiro, valide se o horário melhora seu objetivo (clique, lead, venda, engajamento). Depois, aumente volume com qualidade e consistência.



3) Por que LinkedIn tem melhor performance de manhã?

Porque o consumo é majoritariamente em contexto profissional: início do expediente e horário de almoço são janelas recorrentes em benchmarks. (Sprout Social)



4) TikTok precisa mesmo testar à noite?

Vale testar. Alguns relatórios e guias recentes apontam janelas fortes de consumo em fim de tarde/noite, além de horários diurnos — e o comportamento varia por público e país. (Sprout Social)



5) Como descubro meus melhores horários com precisão?

Faça testes controlados por 4 semanas, mantendo formato e tema constantes, e compare performance por objetivo. Use os insights/analytics nativos e um painel simples de acompanhamento.




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