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Dia das Mães 2026: expectativas de consumo e estratégia de marketing (guia para decisores)

O Dia das Mães segue como a data mais importante do ano para o consumo no Brasil — e 2026 não muda esse cenário. O que muda é como as pessoas compram, por que escolhem uma marca (e não outra) e qual narrativa ainda soa verdadeira num ambiente em que o consumidor está mais criterioso e o orçamento mais pressionado. (globo-gente)


Se você lidera o marketing da sua empresa, aqui vai um diagnóstico que merece atenção: o Dia das Mães não é mais “uma campanha”. É um sistema de decisão com múltiplos pontos de contato (digital + físico), uma disputa intensa por relevância e um gap clássico entre o que se compra e o que as mães querem receber — exatamente onde vivem as melhores oportunidades. (globo-gente)


Pessoas atravessam uma rua movimentada à noite. Um outdoor gigante mostra uma mãe abraçando sua filha, com texto: "dia das mães".


Resumo em 60 segundos


  • O que está acontecendo: o consumidor mantém o engajamento com a data, mas compra com mais pragmatismo: custo-benefício, planejamento e jornada híbrida. (globo-gente)

  • O que isso exige das marcas: campanhas consistentes + presença coerente ao longo da jornada, do awareness ao last mile. (globo-gente)

  • O que os números da pesquisa indicam: muita gente presta atenção às campanhas e a publicidade influencia decisão; o ticket planejado tende a ficar concentrado em faixas mais acessíveis. (Globo Ads)

  • Onde está o “dinheiro novo”: resolver o descompasso “comprado vs desejado”, destravar presente de última hora com oferta enxuta e aumentar conversão com prova social, conveniência e bundles. (globo-gente)



Dia das Mães 2026: o que a pesquisa aponta (e por que isso importa)


O material da Globo Gente descreve 2026 com um consumidor mais cuidadoso e uma jornada “distribuída”: físico e digital atuando como complementares, com maior planejamento e foco em custo-benefício — sem esfriar o valor emocional da data. (globo-gente)


Já o estudo publicado em Globo Ads Insights traz indicadores úteis para calibrar estratégia e pressão comercial:


  • 64% dizem prestar muita atenção às campanhas de Dia das Mães;

  • 7 em cada 10 afirmam ser influenciados por publicidade na decisão de compra;

  • 48% planejam investir entre R$51 e R$200 em presentes;

  • 83% pretendem comemorar o Dia das Mães em 2026. (Globo Ads)


O executivo de marketing precisa ler isso com uma lente simples: a porta está aberta (atenção + influência), mas o bolso pede propostas mais inteligentes (acessíveis, úteis e fáceis de comprar). Em São Paulo, onde a competição por atenção é brutal e o tempo é o recurso mais escasso, vence quem reduz fricção e aumenta clareza.


Reunião em escritório com vista da cidade ao fundo. Mulher apresenta dados do Dia das Mães 2026 em telão. Laptops, flores e anotações na mesa.

O que muda na prática em 2026: 5 tendências que afetam sua campanha


1) O consumidor não “corta” a data — ele recalibra o presente


A estabilidade nas compras, mesmo com restrição orçamentária, aparece como uma característica do período. (globo-gente)Na prática, isso vira um comportamento bem paulistano: trocar “um presente grande” por um presente certo, com percepção de valor e menos risco de errar.


O que fazer:


  • Trabalhar faixas de preço (bom / melhor / ótimo) com mensagens específicas.

  • Criar “presentes sem erro” (kits, best-sellers, curadoria).

  • Reforçar prova de valor: garantia, troca fácil, entrega rápida, avaliação de clientes.



2) A jornada é híbrida — e “híbrida” não é só canal


Não é apenas comprar online e retirar na loja. É o consumidor alternando descoberta, comparação, validação e compra em ambientes diferentes. (globo-gente)E aí, o seu gargalo não é mídia: é consistência de informação e oferta.

O que fazer:


  • Unificar preço/benefício e condições em todos os pontos (site, marketplace, loja, WhatsApp).

  • Treinar atendimento para responder em 20 segundos: “qual presente você recomenda para mãe X com orçamento Y?”

  • Adotar criativos que já tragam: preço, prazo, “para quem é”, e como comprar.



3) Comemoração = encontro + refeição (o lar ganha protagonismo)


A celebração gira em torno de encontro e refeições, com protagonismo do varejo alimentar e valorização do ambiente doméstico. (globo-gente)Se você não é do food, isso ainda importa: o presente “competidor” pode ser um almoço, um mercado premium, um mimo para a casa.


O que fazer:


  • Posicionar seu produto como parte do ritual do dia: “antes, durante, depois”.

  • Ativar collabs com categorias adjacentes (casa, bem-estar, beleza, alimentos premium).

  • Criar bundles “experiência em casa”: presente + complemento (ex.: perfume + vela; skincare + nécessaire; camisa + cartão + embalagem).



4) Existe um gap entre o que se compra e o que se quer receber


O descompasso entre compra e desejo é uma oportunidade explícita no diagnóstico. (globo-gente)Isso é ouro para marcas porque o “gap” é onde mora:


  • devolução / troca,

  • frustração,

  • e a chance de um concorrente entrar na próxima data com promessa de “acerto garantido”.


O que fazer (tradução tática):


  • Fazer “top presentes desejados” por perfil de mãe (rotina, autocuidado, fitness, gourmet, tech, casa).

  • Usar conteúdo de recomendação (quiz, guia, comparativos) para diminuir risco.

  • Oferecer “cartão-presente inteligente” (com sugestão + personalização) para indecisos.



5) Campanha boa não é só bonita — é coerente e representativa


O estudo aponta que marcas influenciam diretamente as escolhas, com destaque para campanhas consistentes, representativas e conectadas ao cotidiano, e que a combinação entre comunicação eficiente e atuação coerente ao longo da jornada decide relevância. (globo-gente)

O que fazer:


  • Menos “manifesto genérico”, mais cenas reais (tempo curto, deslocamento, rotina).

  • Coerência de ponta a ponta: mensagem da campanha = oferta e experiência de compra.

  • Inclusão com contexto: diversidade como retrato do Brasil, não como peça decorativa.



Como construir a estratégia de Dia das Mães 2026


A seguir, um framework que a Amper costuma usar para “amarrar” branding e performance sem virar uma guerra interna entre awareness e conversão. (Se você quiser, dá para transformar isso em um playbook da sua marca em 1 workshop.)



Fase 1 — Diagnóstico que define o jogo (6 a 8 semanas antes)


Perguntas que realmente importam para a diretoria:


  • Qual é o objetivo principal? Receita, margem, aquisição, reativação, market share?

  • Qual é o produto-herói e qual é o produto de entrada?

  • Quais são as 3 promessas que sua marca pode sustentar sem “marketing fantasy”?

  • Qual é o cenário de supply e logística (prazos reais por região)?


Saída mínima dessa fase (checklist):


  • Mapa de ofertas por faixa de preço e por perfil de mãe.

  • Calendário com 3 ondas: inspiração → decisão → last minute.

  • Mensagem central (1 frase) + 3 argumentos de prova (benefício, prova social, conveniência).

  • Plano de canais com papel claro: mídia, CRM, social, creators, loja, WhatsApp, marketplace.



Fase 2 — Oferta vencedora (porque criativo não salva produto errado)


Use uma arquitetura de oferta que já nasce “híbrida”:


a) Kits e bundles (para aumentar ticket sem forçar upsell)


  • Kit “acerto garantido” (best-seller + item complementar).

  • Kit “momento em casa” (produto + experiência).

  • Kit “luxo acessível” (embalagem + personalização + entrega expressa).


b) Presente por perfil (para reduzir indecisão) Crie 6 a 10 perfis simples (e não caricatos):


  • mãe prática, mãe vaidosa, mãe caseira, mãe fitness, mãe gourmet, mãe tech, mãe que “já tem tudo”, mãe primeira viagem etc.


c) Garantias e conveniência (para destravar conversão em SP)


  • Troca estendida pós-data.

  • Entrega expressa com promessa real.

  • Embalagem “pronta para entregar”.

  • Mensagem no cartão + personalização rápida.



Fase 3 — Comunicação em 3 ondas (o que dizer e quando dizer)

Onda 1: Inspiração (topo e meio de funil) Objetivo: “colocar sua marca na consideração” sem depender de desconto.


Conteúdos que funcionam:


  • Guia: “presentes por perfil de mãe”

  • Quiz: “qual presente combina com a sua mãe?”

  • Lista: “10 ideias de presentes sem erro até R$200” (alinhado à faixa planejada por boa parte do público) (Globo Ads)



Onda 2: Decisão (meio e fundo)Objetivo: diminuir risco e aumentar clareza.

Peças essenciais:


  • Criativos com preço, prazo, troca, avaliação, “para quem é”.

  • Depoimentos e UGC (prova social).

  • Remarketing com argumento, não só repetição.



Onda 3: Last minute (fundo + varejo)Objetivo: converter indecisos e salvar carrinho.


Ativações típicas:


  • “Compre até X horas e entregue hoje/amanhã” (se for verdadeiro).

  • WhatsApp com curadoria: “me diga orçamento e perfil que eu indico 3 opções”.

  • Retire na loja / pontos de retirada / entrega por app.



Plano de canais (sem prometer milagre)


1) Mídia paga (Meta + Google + Retail Media + OOH estratégico)


  • Use vídeo curto para inspirar e catálogo para decidir.

  • Em Search, capture intenção: “presente dia das mães”, “presente até 200”, “kit dia das mães”, “entrega rápida SP”.

  • Se fizer sentido, teste Retail Media para capturar quem já está com intenção em marketplace.



2) CRM (o canal mais subestimado nas datas)


Atenção às campanhas é alta, e muita gente decide por influência da publicidade. (Globo Ads)CRM entra como “mídia proprietária” para repetir mensagem com custo baixo e personalização alta.


Trilhas simples:


  • Base ativa: recomendação por histórico + bundles.

  • Base inativa: “volta com presente sem erro” + benefício de conveniência.

  • VIP: pré-venda / kit exclusivo / personalização.



3) Social orgânico + creators (para traduzir valor em cotidiano)


O consumidor quer campanhas conectadas ao dia a dia. (globo-gente)Creators ajudam quando não viram publipost genérico. Dê roteiro e liberdade: “3 presentes que eu daria para minha mãe e por quê”.



4) Loja / atendimento (para fechar a jornada híbrida)


Se físico e digital são complementares, o atendimento vira conversão. (globo-gente)Treine scripts de recomendação e crie displays por perfil e por faixa de preço.



Métricas que importam (e as que só fazem barulho)


North Star (escolha 1):


  • Receita incremental vs período

  • Margem incremental

  • Novos clientes

  • Reativação de base

  • Share of search (marca)


Indicadores por fase:


  • Inspiração: alcance qualificado, VTR, lift de busca por marca

  • Decisão: CTR por criativo, add-to-cart rate, taxa de conversão por landing/kit

  • Last minute: conversão por canal, custo por compra, SLA de entrega, tickets de suporte


Indicadores de saúde (não ignore):


  • Ruptura de estoque por SKU herói

  • Taxa de troca/devolução (sinal de “gap comprado vs desejado”) (globo-gente)

  • NPS pós-entrega (SP é sensível a prazo)



Erros clássicos que custam caro no Dia das Mães (e como evitar)



Erro 1: campanha linda + oferta confusa Correção: landing com 3 escolhas claras, curadoria e prova de valor.

Erro 2: depender só de desconto Correção: conveniência, kits, personalização, troca estendida.

Erro 3: comunicar uma coisa e entregar outra Correção: “coerência ao longo da jornada” como princípio inegociável. (globo-gente)

Erro 4: esquecer do last mile (SP pune) Correção: promessa real de entrega, alternativas de retirada, atendimento rápido.



Principais dúvidas sobre Dia das Mães 2026


Qual é a principal tendência do Dia das Mães 2026?

A principal tendência é um consumidor mais criterioso, que mantém o valor emocional da data, mas compra com mais planejamento, foco em custo-benefício e jornada híbrida (online + offline). (globo-gente)



O que mais influencia a decisão de compra no Dia das Mães 2026?

Campanhas e publicidade têm peso relevante: a pesquisa indica alta atenção às campanhas e influência direta da publicidade na decisão. (Globo Ads)



Como vender mais no Dia das Mães sem depender só de desconto?

Com curadoria por perfil de mãe, kits “sem erro”, conveniência (troca fácil, embalagem pronta, entrega rápida) e comunicação coerente em todos os pontos de contato.



Qual a melhor estratégia de mídia para Dia das Mães 2026?

Trabalhar em 3 ondas (inspiração → decisão → last minute) e alinhar criativos e ofertas ao papel de cada canal, garantindo consistência e facilidade de compra ao longo da jornada. (globo-gente)



Como a Amper pode ajudar (sem papo genérico de agência)

Na Amper, a lógica é integrar estratégia + criação + performance, porque a data exige as três disciplinas ao mesmo tempo: narrativa que gera desejo, oferta que converte e operação que sustenta a promessa.


Se você quiser transformar este artigo em execução, comece pelo básico que mais dá retorno:


  • desenho de oferta (kits + perfis),

  • estrutura das 3 ondas,

  • e um plano de criativos com variações por intenção de busca e momento da jornada.


(Para mais conteúdos estratégicos, acesse o Blog da Amper: https://www.amper.ag/blog)



FAQ


1) O Dia das Mães ainda é a data mais importante do ano para marcas no Brasil?

Sim. Os materiais analisados destacam a centralidade do Dia das Mães no consumo brasileiro e a alta intenção de comemoração e compra em 2026. (globo-gente)



2) Qual faixa de preço tende a ser mais relevante para ofertas em 2026?

Uma parte significativa do público planeja presentes em faixas acessíveis, com destaque para R$51 a R$200 no estudo publicado. (Globo Ads)



3) O que significa “jornada híbrida” na prática?

Significa que físico e digital se complementam: o consumidor pesquisa, valida e compra alternando canais, então a marca precisa ser consistente em oferta, informação e experiência em todos os pontos. (globo-gente)



4) Como reduzir o risco de errar o presente?

Com curadoria por perfil, kits “sem erro”, guias de recomendação, prova social e políticas claras de troca/garantia — tudo visível antes da compra.



5) Qual é o maior erro das marcas no Dia das Mães?

Tratar a data como uma peça publicitária isolada, quando ela exige coerência de ponta a ponta (campanha + oferta + last mile). (globo-gente)

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