Meu cliente não acredita em branding. E agora?
- Amper Energia Humana

- 18 de ago. de 2025
- 3 min de leitura

“Branding é longo prazo, a gente precisa gerar resultado primeiro pra que a operação seja sustentável e depois investir em marca...”
Essa é, disparada, uma das frases mais ouvidas em reuniões com clientes. E a resposta não é fazer um PowerPoint bonito cheio de teoria. A resposta é mostrar caso real. Caso com número. Com resultado.
Você não vai convencer alguém que não acredita em marca com discurso. Não vai rolar aquele momento “ah, entendi… toma aqui 50% do orçamento”. Não vai.
Você convence com evidência.
Se tentar vender a ideia completa, mas abstrata, logo de saída, vai quebrar a cara. Porque não é possível transformar o mindset inteiro da liderança em uma única reunião, mesmo que seja a anual de estratégia.
Você precisa ser “mineiro” e comer pelas beiradas.
Faz um benchmark robusto, com ressonância com o mercado do cliente, e põe na mesa. Se não rolar, escolhe um produto, uma landing page que não converte, um PDV sem vida. Alguma coisa que está com performance baixa.
Coloca marca ali. Posicionamento. Storytelling. Tom de voz. Identidade.
Compara com a versão anterior. Se subir 5%, 10%, 15%... bingo. Mostra.
Você não precisa fazer uma entrega de branding completa. Precisa de uma ideia estratégica. E se não dá pra gastar muito, precisa de inteligência.
Só assim você não vai mais precisar implorar por espaço para trabalhar marca. Porque os números vão falar por você.
Por que não adianta discursar sobre marca
Branding é percepção. E percepção não muda com slides. Muda com experiência, com contexto, com consistência.
Céticos não compram ideias. Compram resultado. Por isso, o “sim” para branding quase nunca vem por convencimento lógico. Ele vem por causa e consequência.
Como convencer quem só acredita em números
Comece pequeno, mas com inteligência
Escolha uma dor. Um produto que não gira, uma campanha com baixo CTR, uma LP com bounce alto. Faça uma intervenção simples de marca: novo título, nova identidade, narrativa ajustada.
Compare com o que havia antes. Documente tudo. Se a taxa de conversão subir, você tem sua prova.
Use benchmarks com ressonância
Apresente casos reais de empresas com dores similares. Foque na correlação entre branding e indicadores de negócio: CAC, LTV, awareness, margem.
Nada de grandes marcas inalcançáveis. Traga exemplos possíveis, próximos, que mostrem ROI em marca.
Documente cada microvitória
Mostre a diferença. Com gráfico. Com print. Com métrica. Não precisa ser transformador. Precisa ser visível.
O importante é mostrar que branding não é “bonitinho”: é estratégia de influência sobre a percepção — e percepção vende.
Quando o branding vira performance (sem parecer branding)
Quando a marca é percebida como confiável, o preço parece mais justo.
Quando a mensagem é clara, o funil acelera.
Quando a identidade é consistente, o recall aumenta.
Branding é o que pavimenta a performance. Não é o contrário.
“Come por fora”: o branding de guerrilha
A estratégia aqui é infiltração. Use linguagem, narrativa e diferenciação dentro das iniciativas de performance. Ajuste criativos, UX e conteúdo com lógica de marca.
Evite vender “branding completo” se o cliente não quer ouvir. Venda “um bom teste com efeito de marca”.
É como dizem: o branding entra pela porta da performance, e fica pelo impacto no negócio.
Você não precisa de orçamento alto, precisa de estratégia
Convencer sobre branding não é sobre ganhar a discussão. É sobre ganhar terreno.
Comece pequeno. Meça. Prove. Escale.
Depois de uma ou duas microvitórias, você não vai mais pedir espaço para marca. Vão pedir para você cuidar dela.
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