Case Amper + Escola Norio: como dobramos o número de alunos no pós-pandemia com marketing 360º
- Amper Energia Humana

- há 22 horas
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Se você lidera marketing (ou é dono) de uma escola, curso ou instituição de ensino, provavelmente vive uma tensão permanente:
Você sabe que precisa aumentar matrículas… mas também sabe que captar mais leads não garante mais alunos.
No pós-pandemia, esse desafio ficou ainda mais complexo. O aluno (e a família) compara mais, pesquisa mais, troca de canal o tempo inteiro e quer sinais claros de confiança antes de tomar a decisão. E a jornada raramente acontece em um único lugar: ela passa por busca, redes sociais, site, WhatsApp, indicações e, cada vez mais, por ferramentas de IA que resumem e comparam opções.
Foi nesse cenário que a Amper entrou ao lado da Escola Norio para construir uma entrega de marketing 360º, conectando posicionamento, geração de demanda, conteúdo, performance e CRM — com um objetivo direto: aumentar matrículas com previsibilidade.
Resultado: dobramos o número de alunos no pós-pandemia (crescimento sustentado, com processo e não “campanha isolada”).
A seguir, você vai ver como fizemos, quais foram os pilares da estratégia e, principalmente, como uma agência de marketing pode ajudar sua instituição a aumentar matrículas com método (e sem depender de sorte).
O que este case te entrega (de forma prática):
Um mapa da estratégia 360º que conecta marca + mídia + conteúdo + CRM
Os “pontos de virada” que normalmente travam matrículas (e como destravar)
Um checklist para você avaliar se sua operação está pronta para crescer
Um modelo de perguntas para fazer antes de contratar uma agência
O problema: por que “mais divulgação” não vira “mais matrículas”
Em educação, a compra é emocional e racional ao mesmo tempo.
É escolha de futuro, status, segurança, pertencimento, rotina e investimento. Isso faz com que o aluno (ou responsável) avance na decisão em etapas, validando a escolha várias vezes e em vários canais — o que o Google descreve como um “meio confuso” entre intenção e conversão (“messy middle”).
Na prática, vemos três gargalos recorrentes no setor:
Oferta sem clareza (posicionamento fraco) Quando a escola “parece igual a todas”, a decisão é por preço, distância ou conveniência.
Captação sem qualificação (leads que não viram conversa real) A campanha até gera cadastro, mas não gera intenção.
Follow-up sem processo (CRM e atendimento desalinhados) O lead pede informação e some. E a escola não sabe o porquê — nem consegue reativar.
Além disso, há um comportamento que só cresce: o estudante alterna canais para validar informação e usa redes e buscas como fonte primária de pesquisa.
Foi exatamente esse cenário que guiou a nossa tese: não dá para crescer matrículas com uma peça solta. Você precisa de um sistema.
A estratégia: Marketing 360º como sistema de matrícula (não como campanha)
Na Amper, marketing 360º não significa “estar em todo lugar”. Significa construir um sistema que:
Deixa claro por que escolher você (marca)
Faz as pessoas certas descobrirem você (demanda)
Faz essas pessoas confiarem em você (conteúdo e prova)
Faz o time converter com consistência (CRM e atendimento)
Faz a gestão aprender e otimizar (métrica e performance)
Esse sistema precisa funcionar como um funil real de matrícula — com comunicação em cada etapa e responsabilidade definida entre marketing e comercial/secretaria.
Plataformas de automação e CRM ajudam quando o processo existe, porque permitem nutrir, segmentar, acompanhar e agir no tempo certo (inclusive após a matrícula, para retenção).
O case Amper + Escola Norio: o que fizemos para dobrar alunos
Para manter este case útil (e replicável), vou estruturar em 6 movimentos.
Você pode usar como roteiro para sua instituição — mesmo que seu orçamento seja menor.
1) Diagnóstico de jornada: onde a matrícula realmente “morre”
Antes de falar de mídia, mapeamos a jornada de decisão com perguntas simples:
Em quais momentos o candidato perde confiança?
Onde ele trava (preço, qualidade, logística, comparação, falta de prova)?
Quanto tempo leva entre “primeiro contato” e “matrícula”?
Quem responde? Em quanto tempo? Com qual padrão?
Quais canais geram conversa e quais geram apenas curiosidade?
A partir disso, definimos o que chamamos de pontos críticos de conversão — páginas, mensagens e etapas que, se melhoradas, multiplicam resultados sem aumentar investimento proporcionalmente.
Aqui, duas observações importantes para educação:
A decisão tende a envolver mais de uma pessoa (aluno + responsável), então a comunicação precisa responder a objeções dos dois perfis.
A busca costuma iniciar em mecanismos tradicionais, e a “primeira impressão” do que aparece nos resultados influencia muito a percepção.
2) Reposicionamento e narrativa: “o que a Norio entrega que ninguém entrega?”
O próximo passo foi organizar a proposta de valor em linguagem de decisão.
Reposicionamento não é trocar logo. É responder:
Qual transformação a escola promete?
Para quem ela é (e para quem não é)?
Que prova sustenta essa promessa?
Que diferenciais são percebidos em 10 segundos?
Aqui usamos um princípio tipo StoryBrand: o aluno é o herói; a escola é o guia. A narrativa precisa mostrar “futuro possível” com clareza e sem exagero.
Na prática, isso se tornou:
Mensagens-chave para topo/meio/fundo de funil
Argumentos por perfil (ex.: quem busca performance, quem busca acolhimento, quem busca carreira etc.)
Linguagem consistente em site, anúncios, redes e atendimento
3) Infra de conversão: site e páginas para transformar interesse em intenção
Depois, colocamos o “chão” da operação:
Páginas com promessa clara + prova + CTA direto
Formulários com fricção mínima (pedir menos para converter mais)
Roteiro de WhatsApp e padrões de resposta
Conteúdo para objeções (preço, método, resultados, estrutura, diferenciais)
Aqui, a regra é simples: se o usuário pesquisa e não entende em segundos, ele volta para o Google — ou para a rede social.
Como os prospects comparam muito, sua página precisa facilitar comparação a seu favor: método, diferenciais, depoimentos, perguntas comuns, fotos reais, rotina, “o que acontece depois que eu mando mensagem”.

4) Geração de demanda: tráfego com intenção (e não só volume)
Com posicionamento e conversão prontos, ativamos aquisição com o que chamamos de “mix de intenção”:
Campanhas de captura (quem já está procurando)
Campanhas de consideração (quem está comparando)
Campanhas de prova (quem precisa de confiança)
Campanhas de reativação (quem já veio e esfriou)
Na educação, isso importa porque:
Parte do público não clica em anúncio ou ignora mídia paga (especialmente quando sente “propaganda demais”). Por isso, conteúdo e prova social são peças de performance, não “branding fofo”.
O lead precisa ser nutrido até estar pronto, e automação ajuda a manter a consistência.
O ganho não veio de “aumentar o orçamento”. Veio de alinhar mensagem com estágio e medir o que realmente importa (conversa qualificada, visita, inscrição, matrícula).
5) Conteúdo e autoridade: transformar dúvidas em matrícula
Aqui está um ponto que muita instituição subestima:
O conteúdo não é para “postar no Instagram”.
É para responder o que o aluno perguntaria para um amigo, para um professor e para o Google, e agora também para a IA.

Exemplos de conteúdos que tendem a converter em educação:
“Como escolher a escola certa para o meu perfil?”
“O que olhar no método de ensino?”
“Como funciona a avaliação / trilha / acompanhamento?”
“Qual é a rotina do aluno?”
“Dúvidas sobre matrícula, documentação, bolsas, calendário”
Quando você publica isso com clareza, você faz duas coisas ao mesmo tempo:
Acelera decisão (menos ansiedade, mais confiança)
Aumenta a chance de ser citado/resumido em respostas (IA e busca)
E isso é particularmente relevante porque pesquisas recentes indicam o crescimento do uso de IA no processo de descoberta e avaliação de instituições, mesmo com a confiança ainda favorecendo fontes “diretas” (como sites oficiais).
Ou seja: o site precisa estar pronto para ser lido por humanos e por máquinas.
6) CRM e operação comercial: o lugar onde o dinheiro “aparece”
A etapa mais negligenciada em projetos de matrícula é o pós-lead.
E ela geralmente é a mais lucrativa para melhorar.
Com CRM e automação, você consegue:
Segmentar por interesse (curso, faixa etária, turno, objetivo)
Criar fluxos de nutrição (boas-vindas, prova, chamada para visita/aula)
Padronizar follow-up e reduzir tempo de resposta
Medir origem → conversa → matrícula

Ferramentas como RD Station e CRMs educacionais destacam justamente esse ponto: nutrir e acompanhar o futuro aluno até a matrícula, e manter relacionamento mesmo depois.
No case Norio, esse foi um divisor:
Quando o processo comercial ficou “mapeado e treinado”, a mídia parou de ser aposta e virou alavanca.
Foi aí que o crescimento se sustentou — e que o número de alunos dobrou no pós-pandemia.
Como uma agência de marketing pode ajudar a aumentar matrículas (de verdade)
Se eu tivesse que resumir em uma frase:
Uma agência ajuda a aumentar matrículas quando ela entrega um sistema de crescimento, e não apenas “conteúdo e anúncio”.
Na prática, uma boa agência faz 7 coisas:
Diagnostica o funil (onde está a perda e por quê)
Clareia posicionamento (promessa, diferenciais, prova)
Constrói ativos de conversão (site/páginas/roteiros)
Gera demanda com intenção (mídia + segmentação + criativos)
Nutre e reativa (automação e conteúdo de decisão)
Integra marketing e comercial (SLA, handoff, CRM)
Otimiza por métrica de negócio (matrícula, CAC, LTV, ocupação)
E aqui um ponto importante: plataformas como HubSpot colocam “lead scoring”, automação e acompanhamento do funil como pilares para recrutamento/inscrição — mas elas só funcionam quando estratégia e operação estão alinhadas.
Checklist rápido: sua operação está pronta para crescer matrículas?
Se você marcar “não” em 3 ou mais itens, tem crescimento travado (independentemente de orçamento):
Minha proposta de valor é clara em 10 segundos (site e redes)
Tenho prova social visível (depoimentos, resultados, rotina, diferenciais)
Sei quais canais trazem leads que viram conversa
Respondo leads rapidamente e com padrão de atendimento
Tenho follow-up estruturado (e não “quando dá”)
Meu funil tem etapas definidas: lead → contato → visita/aula → proposta → matrícula
Eu consigo medir por origem e por etapa
Tenho conteúdo para objeções (preço, método, estrutura, diferenciais)
Eu reativo leads antigos de forma inteligente (e não só com desconto)
Minha equipe sabe o que fazer com cada tipo de lead (quente/morno/frio)
O que perguntar antes de contratar uma agência para sua escola
Use estas perguntas como filtro. Elas separam “fornecedor de post” de “parceiro de crescimento”:
“Como vocês definem e acompanham o funil de matrícula?”
“Quais métricas vocês usam como norte — lead, conversa, visita, matrícula?”
“Como vocês integram marketing com atendimento/comercial?”
“Como é o processo de criação de mensagens por etapa do funil?”
“Que ativos vocês constroem além de anúncios? (páginas, roteiros, automações)”
“Qual é o método de otimização semanal/mensal?”
“Como vocês lidam com sazonalidade (calendário, captação, rematrícula)?”
Por que isso aumentou matrículas na Escola Norio
Porque a Norio parou de depender de “momentos bons” e passou a operar um sistema.
O crescimento veio da soma de:
Clareza de marca (menos comparação por preço)
Aquisição com intenção (menos lead curioso)
Conteúdo que responde objeções (mais confiança)
CRM e follow-up (menos vazamento)
Métrica de negócio (decisão baseada em realidade)
Isso é marketing 360º aplicado a educação: marca e performance trabalhando juntas, com operação e dados.
Se você quer replicar um modelo assim, a Amper atua como parceira de comunicação 360º no Brasil e América Latina — conectando estratégia, criação e performance para transformar marketing em matrícula (e matrícula em crescimento).
FAQ: agência de marketing para educação e aumento de matrículas
1) Uma agência consegue aumentar matrículas mesmo sem aumentar o orçamento de mídia?
Sim — e, muitas vezes, o maior ganho vem de conversão e operação (páginas, mensagem, CRM, follow-up). A mídia amplifica o que já funciona; se o funil “vaza”, mais orçamento só acelera o desperdício.
2) Qual é a diferença entre gerar leads e gerar matrículas?
Lead é cadastro. Matrícula é decisão. Entre um e outro existe jornada, confiança e processo. Por isso, nutrição e acompanhamento são fundamentais — inclusive com automação e CRM.
3) O que não pode faltar em um funil de matrículas bem feito?
Mensagens por etapa (descoberta, consideração, decisão)
Provas e conteúdos para objeções
Tempo de resposta rápido e padrão de atendimento
Follow-up estruturado e mensurável
Métrica por etapa (não só “quantos leads vieram”)
4) O site da escola ainda importa na era das redes sociais e IA?
Sim. Muitos usuários ainda começam pela busca, e o site é a fonte “oficial” que consolida confiança. Além disso, pesquisas recentes apontam aumento do uso de IA na descoberta e avaliação, o que torna a clareza do conteúdo do site ainda mais importante.
5) Quais canais costumam funcionar melhor para captar alunos?
Depende do público, ticket e região. Em geral, uma combinação de busca/redes + conteúdo + CRM tende a ser mais estável do que depender de um único canal, porque o estudante alterna fontes ao longo da jornada.














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