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Os 10 melhores relatórios de Marketing Farmacêutico e Health grátis

há 4 horas
12 min de leitura


Mulher em jaleco analisa painel holográfico com gráficos ao lado de laptop; texto: 10 MELHORES RELATÓRIOS, GRÁTIS.

Marketing farmacêutico não é um mercado em que boas decisões podem depender apenas de feeling.


Quem trabalha em uma farmacêutica, healthtech, laboratório, hospital, empresa de dispositivos médicos ou agência especializada precisa acompanhar simultaneamente mudanças no comportamento de pacientes, preferências dos profissionais de saúde, transformação digital, canais de relacionamento, inteligência artificial, confiança, experiência do cliente e novos modelos comerciais.


O problema não é encontrar informação. É separar dados realmente úteis de apresentações genéricas sobre tendências. Por isso, reunimos uma curadoria de 10 relatórios e estudos gratuitos de Marketing Farmacêutico e Health que podem ajudar CMOs, diretores de marketing, brand managers, equipes comerciais, Medical Affairs, profissionais de comunicação, digital e estratégia a tomar decisões mais fundamentadas.


A seleção foi revisada em setembro de 2026 e considera quatro critérios: qualidade da fonte, transparência metodológica, aplicação prática para marketing e disponibilidade gratuita — ainda que alguns materiais exijam preenchimento de formulário.



Quais são os melhores relatórios gratuitos de Marketing Farmacêutico e Health?


Entre os relatórios e pesquisas que mais merecem acompanhar estão Veeva Pulse Field Trends Report, Deloitte 2026 Life Sciences Outlook, IQVIA Time to Take Omnichannel Action, Indegene HCP Digital Affinity Report, Inizio Future of HCP and Patient Engagement, Edelman Trust and Health, McKinsey Consumer Health Insights, Rock Health Consumer Adoption of Digital Health Survey, Invoca Healthcare Consumer Experience Report e Healthcare Marketing Trends National Survey.


Em conjunto, esses estudos ajudam a compreender seis grandes questões do setor: como engajar HCPs, como construir estratégias omnichannel, como pacientes descobrem informação, onde a IA entra na jornada de saúde, como confiança influencia decisões e como os modelos comerciais de Life Sciences estão mudando.


Vamos aos relatórios.



1. Veeva Pulse Field Trends Report


Página de relatório com título Veeva Pulse Field Trends Report, subtítulo Q2 2025 e botão azul Download PDF em fundo branco.

Se sua atuação envolve indústria farmacêutica, relacionamento com HCPs, conteúdo científico, força de vendas ou integração entre Medical Affairs e Commercial, o Veeva Pulse Field Trends Report merece estar entre as primeiras leituras.


A edição do segundo trimestre de 2025 analisa dados de engajamento coletados entre julho de 2024 e junho de 2025.


A escala da base chama atenção: a metodologia considera aproximadamente 600 milhões de atividades globais de campo por ano, além de dados de marketing, perfis de especialistas, informações de HCPs e HCOs e dados anonimizados relacionados a mais de 300 milhões de pacientes.


Um dos pontos centrais dessa edição é a integração entre equipes médicas e comerciais.


Segundo a Veeva, dados anteriores do Pulse indicaram que educação médica de campo realizada antes do lançamento esteve associada a uma melhora de 50% na adoção durante os seis primeiros meses de lançamento. A edição também discute como objetivos compartilhados, dados conectados e IA podem tornar a jornada do HCP mais consistente.


Por que vale a leitura para marketing?


Porque tira a discussão de omnichannel do campo das opiniões e a coloca no terreno do comportamento real.


Para brand managers e líderes de marketing farmacêutico, o relatório pode ajudar a discutir questões como frequência de contato, utilização de conteúdo, channel mix, integração com equipes de campo e indicadores compartilhados entre Medical e Commercial.




2. Deloitte — 2026 Life Sciences Outlook


Capa com cientista de óculos analisando amostra; título 2026 Life Sciences Outlook em fundo preto, visual branco e azul.


Para entender o cenário mais amplo de Life Sciences, o 2026 Life Sciences Outlook, da Deloitte, é uma das leituras mais completas desta lista.

A pesquisa ouviu 280 executivos C-level de biopharma e medtech nos Estados Unidos, França, Alemanha, Suíça, Reino Unido, China e Japão. O levantamento foi realizado entre agosto e setembro de 2025.


Mais de 75% dos executivos pesquisados demonstraram confiança nas perspectivas financeiras de suas próprias organizações para 2026, embora apenas 41% tenham demonstrado otimismo em relação à economia global.


Para marketing, porém, há um dado ainda mais interessante: 33% dos respondentes apontaram connected care delivery como uma das tendências relevantes para 2026, enquanto transformação digital, IA, preço, acesso e mudanças regulatórias aparecem entre as forças que estão redesenhando as estratégias das empresas.


Não é um relatório de campanha ou mídia. É justamente por isso que ele importa.

Marketing farmacêutico precisa compreender o ambiente de negócio no qual as marcas estão inseridas. Patent cliffs, acesso, pressão sobre preços, digitalização, IA e mudanças nos modelos de cuidado afetam posicionamento, investimento, lançamento e estratégia comercial.


Para C-Levels e diretores, é uma leitura especialmente valiosa antes dos ciclos de planejamento.





3. IQVIA — Time to Take Omnichannel Action


Capa de white paper da IQVIA, fundo branco, com título Time to Take Omnichannel Action e nomes dos autores.


Omnichannel é provavelmente uma das palavras mais utilizadas no marketing farmacêutico — e também uma das mais mal interpretadas.

Ter visita presencial, e-mail, webinar, mídia programática e CRM não significa necessariamente ter uma estratégia omnichannel.


O white paper Time to Take Omnichannel Action, da IQVIA, parte justamente dessa questão.


O material discute como empresas de Life Sciences podem integrar canais pessoais e digitais para construir uma experiência mais relevante para profissionais de saúde. A própria IQVIA destaca que interações face a face continuam sendo importantes ao mesmo tempo em que os HCPs passam a pesquisar informações por conta própria em canais digitais.


A consequência é importante.

A pergunta deixa de ser:

“digital ou presencial?”


E passa a ser:

“qual combinação de interações faz sentido para este profissional, neste momento e dentro desta jornada?”


O estudo também aborda personalização, infraestrutura, dados e capacidades necessárias para alcançar maior maturidade omnichannel.


É um bom material para equipes que estão tentando sair de uma lógica de multichannel — vários canais operando paralelamente — para uma lógica verdadeiramente orquestrada.




4. Indegene — HCP Digital Affinity Report


Capa do relatório Indegene 2024 HCP Digital Affinity Report, com médico e enfermeira sorrindo e usando um tablet.


Todo HCP quer receber comunicação digital? Não.

Todo médico mais jovem é necessariamente mais digital? Também não.


É justamente esse tipo de simplificação que o HCP Digital Affinity Report, da Indegene, ajuda a questionar.


O estudo utiliza dados de aproximadamente 2,1 milhões de HCPs, distribuídos por 69 áreas terapêuticas e 30 especialidades médicas, derivados de mais de 45 programas omnichannel.


A Indegene organiza os profissionais segundo níveis de afinidade digital e mostra que apenas olhar idade, especialidade ou dados demográficos pode produzir segmentações insuficientes.


Na análise, cerca de 33% dos HCPs apresentam afinidade digital forte ou estabelecida, enquanto outros 40% estão em estágio de desenvolvimento dessa afinidade.


É uma diferença importante.


Em vez de assumir que “médicos preferem e-mail” ou “especialistas jovens preferem digital”, a estratégia passa a trabalhar com sinais comportamentais.

Para marketing farmacêutico, isso tem implicações em segmentação, escolha de canais, personalização, conteúdo, mídia e alocação de orçamento.


É também uma boa lembrança de que channel preference e channel effectiveness não são exatamente a mesma coisa. Um canal pode ser confortável para o HCP e, ainda assim, não ser o mais eficiente para determinado objetivo.




5. Inizio Engage — Future of HCP and Patient Engagement


Outra boa fonte para acompanhar a transformação do relacionamento entre indústria e profissionais de saúde é o estudo Future of HCP and Patient Engagement, da Inizio Engage.


A pesquisa independente ouviu 22 líderes globais da indústria farmacêutica, representando 12 empresas, e posteriormente confrontou os insights com discussões realizadas em workshops de eventos do setor.


Entre os resultados apresentados, 84% dos líderes entrevistados classificaram o investimento em engajamento científico não promocional liderado por MSLs como crítico ou muito importante.


O relatório também discute a crescente importância de dados, tecnologia e omnichannel no trabalho dos MSLs e das demais equipes que interagem com HCPs.


Seu grande valor está em colocar lado a lado duas transformações que às vezes são analisadas separadamente: a evolução do marketing e a evolução de Medical Affairs.


Em organizações de Life Sciences, a experiência de um profissional de saúde não respeita organogramas.


Para o HCP, mensagens de marketing, contatos da força de vendas, interações científicas e conteúdos digitais fazem parte da experiência com a mesma empresa.


Essa é uma boa leitura para quem está pensando em customer experience farmacêutica de maneira transversal.




6. Edelman Trust Barometer 2026 • Trust and Health


Capa do relatório 2026 Edelman Trust Barometer: Special Report Trust and Health, com colagem de saúde, médicos e paciente.

Poucas variáveis são tão importantes para uma marca de saúde quanto confiança.

E poucas pesquisas acompanham essa variável de maneira tão sistemática quanto o Edelman Trust Barometer.


A edição 2026 Special Report: Trust and Health ouviu 16.006 pessoas em 16 países, com entrevistas online realizadas entre 28 de fevereiro e 11 de março de 2026.

O estudo mostra um ecossistema de saúde em que médicos e especialistas continuam relevantes, mas dividem atenção com amigos, familiares, criadores de conteúdo e ferramentas de inteligência artificial.


Entre seus achados globais, 70% dos entrevistados disseram acreditar em pelo menos uma entre seis afirmações controversas sobre alimentos, vacinas e medicamentos avaliadas pela pesquisa.


Para profissionais de comunicação, o alerta é claro. Comunicação em saúde não compete apenas com outras marcas. Compete com todo um ecossistema de influência.


Isso muda a lógica de reputação. Ter credenciais científicas continua sendo fundamental, mas comunicar evidência com clareza, contexto e proximidade também se torna estratégico.


A edição anterior do estudo já havia mostrado essa transformação no Brasil: sete em cada dez brasileiros entre 18 e 34 anos consultados consumiam conteúdo relacionado à saúde ao menos mensalmente em diferentes fontes de mídia e redes sociais.


Para branding, relações públicas, conteúdo, social media e campanhas de awareness, é uma leitura obrigatória.




7. McKinsey — Consumer Health Insights


Mulher sorrindo com celular e ícones de IA sobre parede de tijolos; texto sobre confiança em saúde com IA.


Se confiança é uma parte da equação, experiência é outra.


Em 2026, a McKinsey publicou Healing consumer confidence through AI-powered, human-centered healthcare, estudo baseado, entre outras fontes, na pesquisa Consumer Health Insights realizada em 2025 com 3.034 adultos nos Estados Unidos.


O levantamento mostra que cerca de um em cada três consumidores pesquisados avaliou que o setor de healthcare entrega uma experiência abaixo de suas expectativas, enquanto metade afirmou que o setor não atende adequadamente às necessidades da sociedade.


O estudo conecta essa crise de confiança a experiência, marca e inteligência artificial.


Isso interessa especialmente às empresas que enxergam IA apenas como ferramenta de produtividade.


Para o consumidor, a tecnologia também aparece na experiência: atendimento, acesso à informação, personalização, transparência e navegação pelo sistema de saúde.


A McKinsey defende que restaurar confiança exige entregar de maneira consistente a promessa da marca — internamente e externamente — e discute como a IA pode apoiar experiências mais pessoais e transparentes quando bem implementada.


Para equipes de CX, branding, inovação e digital health, é uma boa ponte entre tecnologia e comportamento humano.




8. Rock Health — Consumer Adoption of Digital Health Survey


Quer entender o que acontece quando consumidores começam a utilizar IA para fazer perguntas sobre sintomas, medicamentos e tratamentos?


A Rock Health oferece uma das pesquisas longitudinais mais interessantes sobre adoção de saúde digital.


A 2025 Consumer Adoption of Digital Health Survey ouviu 8.000 adultos norte-americanos com amostra ajustada segundo características do Censo. O levantamento foi realizado em dezembro de 2025.


Um resultado merece atenção especial de qualquer profissional de marketing. 32% dos entrevistados disseram já ter recorrido a chatbots de IA para buscar informação de saúde, o dobro dos 16% registrados no ano anterior. Entre aqueles que utilizaram IA para saúde, 64% afirmaram fazê-lo semanalmente ou com frequência ainda maior.


Há outra informação relevante para marcas: quase três quartos dos usuários de IA consultados disseram recorrer ao ChatGPT, enquanto plataformas oferecidas diretamente por prestadores ou pagadores apareciam com participação muito menor naquele momento.


Isso possui implicações enormes para SEO, GEO, conteúdo e reputação digital.

Se o paciente começa parte de sua jornada conversando com uma IA, a disputa por visibilidade deixa de acontecer apenas na SERP tradicional.


A marca também precisa construir uma presença digital capaz de ser encontrada, compreendida e potencialmente citada por mecanismos de resposta.

A Amper já explorou essa mudança em seu conteúdo sobre GEO e otimização para respostas de inteligência artificial.





9. Invoca — Healthcare Consumer Experience Report 2026


Capa de relatório em verde escuro com blocos turquesa: The Healthcare Consumer Experience Report 2026 e texto sobre IA em saúde.

O Healthcare Consumer Experience Report 2026, da Invoca, olha para uma questão mais próxima da jornada comercial: como a inteligência artificial está mudando a experiência de pessoas pesquisando e contratando serviços relacionados à saúde.


O recorte específico de healthcare contou com 155 consumidores norte-americanos que haviam realizado uma decisão considerada de alto envolvimento no setor nos 12 meses anteriores à pesquisa. O levantamento ocorreu entre 8 e 22 de maio de 2026.


É uma amostra mais limitada do que os grandes estudos populacionais desta lista e deve ser interpretada dessa forma. Ainda assim, traz um sinal interessante: 57% dos respondentes desse recorte afirmaram não conseguir identificar de maneira confiável quando estavam interagindo com uma pessoa ou com IA, enquanto a proporção que avaliou sua última interação com IA como prejudicial à experiência caiu de 27% para 18% na comparação apresentada pelo estudo.


Para hospitais, redes de clínicas, laboratórios, healthtechs e organizações com jornadas de aquisição e atendimento, o relatório é útil para pensar em automação sem cair no erro de avaliar IA somente por economia operacional.


A pergunta de marketing é: a automação melhora ou piora a experiência que queremos associar à marca?





10. Healthcare Marketing Trends National Survey


Duas mulheres sentadas; médica ausculta paciente com estetoscópio. Fundo azul e vermelho. Texto: 2025 Healthcare Marketing Trends National Survey


Fechando a seleção está o 2025 Healthcare Marketing Trends National Survey, da Advance Healthcare Marketing.


Embora seja mais orientado ao mercado de prestadores de saúde do que à indústria farmacêutica, o levantamento é particularmente útil para compreender aquisição de pacientes e diferenças geracionais.


A pesquisa ouviu 2.410 pacientes adultos nos Estados Unidos e dividiu os resultados por geração para analisar canais e táticas de marketing associados à escolha de serviços de saúde.


É uma perspectiva complementar às pesquisas sobre HCP engagement.

Enquanto Veeva, IQVIA e Indegene ajudam a entender como a indústria se relaciona com profissionais de saúde, estudos de healthcare marketing voltados ao consumidor ajudam a observar a outra ponta: como pessoas pesquisam, comparam e escolhem serviços relacionados à própria saúde.


Para empresas que atuam em modelos B2C, B2B2C ou patient engagement, essa combinação é especialmente importante.


O relatório pode ser baixado gratuitamente mediante preenchimento de formulário.




O que esses relatórios dizem em conjunto sobre o futuro do Marketing Farmacêutico e Health?


Lidos isoladamente, os estudos apresentam dezenas de tendências. Lidos em conjunto, revelam algo maior.


O setor está deixando para trás uma lógica baseada simplesmente em alcance, frequência e presença em canais.


Em seu lugar aparece um modelo mais complexo, em que marketing precisa combinar dados, relevância, confiança, ciência, experiência e orquestração.

No relacionamento com HCPs, relatórios como os da Veeva, IQVIA e Indegene sugerem que o desafio não é simplesmente adicionar mais canais.


É entender quem precisa receber o quê, em qual canal, em qual momento e dentro de qual contexto.


No relacionamento com pacientes e consumidores, Edelman, McKinsey e Rock Health mostram outra transformação.


A autoridade sobre saúde está mais distribuída. Médicos continuam ocupando um papel fundamental, mas pessoas também recorrem a busca, redes sociais, comunidades, creators e inteligência artificial para interpretar sintomas, tratamentos, medicamentos e decisões relacionadas ao cuidado.


Isso cria uma consequência estratégica para as marcas. Ser encontrado não basta. É preciso ser compreendido e ser confiável.


Para empresas farmacêuticas, há ainda uma camada adicional: toda essa transformação precisa acontecer dentro de limites científicos, éticos e regulatórios específicos.


É por isso que marketing farmacêutico não deve ser tratado como marketing convencional aplicado a outro produto.


Como explicamos no guia da Amper sobre marketing farmacêutico e suas diferenças em relação a outros mercados, produto, público, evidência, mensagem e canal possuem particularidades que afetam toda a estratégia.


No Brasil, essas diferenças são ainda mais importantes quando a comunicação envolve medicamentos. A publicidade de produtos sujeitos à prescrição, por exemplo, não pode ser dirigida ao público em geral. Para aprofundar o tema, consulte também o conteúdo sobre regras da Anvisa para publicidade de medicamentos.



Como usar esses relatórios no planejamento de marketing?


O maior erro seria baixar os dez PDFs, salvá-los em uma pasta chamada “Referências 2026” e nunca mais abri-los.


Relatórios só geram valor quando viram decisão. Uma boa forma de trabalhar com esses materiais é transformar cada insight em uma hipótese sobre seu próprio negócio.


Se os dados mostram diferenças de afinidade digital entre HCPs, por exemplo, vale perguntar se sua segmentação atual realmente considera comportamento ou apenas especialidade e potencial.


Se consumidores estão recorrendo a IA para perguntas relacionadas à saúde, vale investigar se o conteúdo da empresa está estruturado para SEO e GEO.


Se confiança está fragmentada, vale avaliar quais especialistas, evidências e fontes sustentam a comunicação da marca.


Se Medical e Commercial aparecem desconectados na jornada do HCP, talvez o problema não esteja em produzir mais uma campanha, mas em redesenhar processos, dados e indicadores.


Em outras palavras: o melhor relatório não é aquele que gera mais slides na próxima reunião. É aquele que muda uma decisão.



Marketing farmacêutico está ficando mais tecnológico e mais humano


Pode parecer contraditório. Quanto mais inteligência artificial, automação, analytics e personalização entram no healthcare, maior parece ser a importância de elementos profundamente humanos: confiança, clareza, empatia, reputação e relacionamento.


Isso ocorre porque tecnologia resolve parte da distribuição. Mas não resolve automaticamente relevância. Uma empresa pode utilizar IA para produzir centenas de variações de conteúdo e continuar entregando mensagens irrelevantes. Pode automatizar uma jornada inteira e torná-la mais frustrante. Pode coletar enormes volumes de dados sobre HCPs e ainda não compreender o que eles realmente precisam.


A transformação do Marketing Farmacêutico e Health, portanto, não consiste simplesmente em digitalizar processos antigos. Consiste em utilizar tecnologia para construir experiências mais inteligentes dentro de um setor em que evidência, precisão e confiança não são diferenciais opcionais.


Para aprofundar possibilidades práticas, veja também as 15 ideias de marketing para Health e Farma reunidas pela Amper e o guia sobre comunicação e marketing para saúde.



FAQ sobre relatórios de Marketing Farmacêutico e Health



Quais são os melhores relatórios gratuitos de Marketing Farmacêutico?

Para estratégias voltadas especificamente à indústria farmacêutica e relacionamento com profissionais de saúde, Veeva Pulse Field Trends, IQVIA Time to Take Omnichannel Action, Indegene HCP Digital Affinity Report e Inizio Future of HCP Engagement estão entre as referências mais diretamente aplicáveis.


Onde encontrar dados sobre comportamento de HCPs?

Veeva, IQVIA e Indegene publicam estudos relevantes sobre HCP engagement. Eles abordam temas como channel mix, interação digital, conteúdo, personalização, atividades de campo e estratégias omnichannel.


Quais relatórios ajudam a entender o comportamento dos pacientes?

Rock Health, McKinsey, Edelman, Invoca e pesquisas de healthcare marketing voltadas ao consumidor ajudam a compreender comportamento, confiança, adoção de tecnologia, busca por informação e experiência de pacientes e consumidores.


Existem relatórios gratuitos sobre inteligência artificial na saúde?

Sim. A Consumer Adoption of Digital Health Survey, da Rock Health, apresenta dados sobre o uso de chatbots de IA para informações de saúde. McKinsey, Deloitte e outros estudos desta lista também analisam o papel crescente da IA no ecossistema de healthcare e Life Sciences.


Qual é a diferença entre relatórios de marketing farmacêutico e relatórios gerais de marketing?

Relatórios de marketing farmacêutico costumam considerar aspectos específicos do setor, como HCP engagement, Medical Affairs, acesso, evidência científica, regulamentação, comercialização de medicamentos e jornadas de pacientes. Relatórios gerais de marketing raramente tratam essas variáveis com o mesmo nível de profundidade.


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